
Ainda há segredos bem guardados.
O que você diria de uma escapada no coração de St Barth em um pequeno hotel de charme fixado na vegetação ou num grande hotel em uma das mais belas praias de nosso destino?
Como se fixar em Saint Barthelemy, as ligações marítimas ou aéreas, os charters privados, as formalidades para permanecer na ilha; as precauções médicas ou sanitárias; prever... Todas as suas respostas em alguns cliques!
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Bem-vindo a St Barthélemy, você está na capital da ilha: Gustavia (mapa da cidade em PDF) Para visitar a cidade siga as indicações abaixo. Após deixar o escritório do Comitê de Turismo pegue a rue du Bord de Mer depois vire a direita: você estará na rue Samuel Fahlberg, à sua esquerda:

A EGLISE ANGLICANE (Igreja Anglicana):
A Eglise Anglicane foi cosntruída de 1853 a 1855.
De pequeno porte, as paredes foram construídas com pedras locais, exceto a fachada em frente a porta, que foi feita de pedras calcárias. O telhado era originalmente coberto com telhas de ripa, agora substituídas pela chapa de ferro ondulada. A pequena torre decorativa tem ainda seu telhado com ripas, como antigamente.

Do outro lado da rua, em frente a porta, um jardim estruturado: trata-se da
PLACE DE LA RETROCESSION :
Esta praça novamente batizada (agosto de 2000), era originalmente chamada de "Praça do Bicentenário".
Ela relembra um importante acontecimento da história de Saint-Barthélemy: o retorno da ilha para a França, depois de 93 anos na posse da coroa sueca.

L’ANCRE (ÂNCORA):Fixada sobre uma estrutura, ela pesa 10 toneladas de ferro e é de fabricação inglesa, uma vez que as palavras « Liverpool…Wood…London » estão gravadas lá. Ela foi re-encontrada em 1981, quando um rebocador se enganchou nela por acaso. Não se sabe se ela foi arrastada desde St. Thomas sobre um containeurs, ou se de acordo com certas pesquisas, veio através de um navio de guerra americano.

Daqui, você poderá admirar o panorama tranquilo do PORTO DE GUSTAVIA :
Cerca de sessenta anos atrás, Gustavia era uma pequena cidade burguesa composta de algumas casas ao redor da enseada. Nesta época não havia mais do que alguns edifícios suecos em ruínas, dois ou
três comércios e algumas casas para habitação.
No início dos anos 80, para lidar com o fluxo de turistas, a comunidade se engaja no desenvolvimento das infra-estruturas portuárias. Gustavia torna-se então, ao longo dos anos , uma verdadeira cidade
onde se aliam modernidade e vestígios de um passado tumultuoso.

À sua esquerda, uma casa de madeira e uma casa de tijolos:
MAISON EN BOIS (Casa de Madeira) :
Esta casa de madeira foi pré-fabricada e construída pela família Dinzey em 1830.
E a única, entre uma dezena de outras similares, a ter resistido aos incêndios e aos ciclones no decorrer dos anos.O que é mais interessante desta casa, é que ela é um dos poucos edifícios de Gustavia a não ter pedras no piso térreo.

MAISON EN BRIQUE (Casa de Tijolos) :
Esta casa foi construída em 1841.
A varanda do andar de cima é a mais elegante, foi lá quem viveu o proprietário e sua família. O piso térreo era usado para o comércio e como espaço para estoque.
Do ponto de vista histórico, a pedra tem sido sempre um material mais caro que a madeira.
A montagem das casas de madeira com pedra é muitas vezes uma forma de mostrar sua riqueza e seu sucesso.
Um detalhe interessante a se destacar é a elegante solução encontrada para o escoamento das águas pluviais, através de calhas escondidas em uma cornija que coroa as fachadas da casa.

Ao término da rua, vire a direita após o correio, é na rue Jeanne d'Arc à sua esquerda:
A MAISON DINZEY (Le Brigantin) :
Casa construída em meados de 1820, ele á uma das raras que escapou do grande incêndio de 2 de março de 1852. Ela está em ótimo estado, tanto no interior como no exterior, graças a uma
restauração cuidadosamente realizada pelo seu proprietário atual que também é Cônsul honorário da Suécia.
Conhecido também sob o nome do « Brigantin » (restaurante dos anos 1980).

Continue reto e vire a direita na rue Augustin Cagan, no início da rua, vire a esquerda e siga a rua até o edifício de pedra :
A PLACE VANADIS : lhe acolhe. Ela foi inaugurada em 20 de novembro de 1996, e foi batizada quando a ilha foi entregue para a França em 16 março de 1878. O tridente de Netuno, na praça, foi doado pela Ordem sueca "Neptuniorden", em homenagem aos marinheiros e à amizade entre Saint Barthélemy e a Suécia. O objetivo da Ordem é apoiar os marinheiros, suas viúvas e filhos.

LE WALL HOUSE :
O edifício de pedra localizado na praça é o Wall House, um dos maiores edifícios de Gustavia. Sua história é ainda confusa. De acordo com mapas da cidade, desenhados por Samuel Fahlberg,
alguns acreditam que ele foi usado como sala de espetáculo e de entretenimento, outros pensam que foi um hotel ou um local de conferências políticas, ou simplesmente uma loja. Seja qual foi sua função, este edifício é único em Gustavia.
A origem do nome "Wall House" também é obscura. É possível que ele tenha a ver com o Job Wall, um nativo da América, que teria sido o Cônsul dos Estados Unidos no final do século 18.
Alguns também acham que o nome refere-se as paredes de pedra que foram as únicas partes do edifício, ainda de pé, após alguns anos de tempo de uso. Hoje o piso térreo abriga um museu sobre a história de Saint Barthélemy. No piso superior se encontra a biblioteca da cidade. No pátio, há uma ruína de pedra e tijolo.

Atrás do Wall House se encontra o HOTEL DE LA COLLECTIVITE :
inaugurado em janeiro 2002, a prefeitura torna-se Hôtel de la Collectivité, em Julho de 2007.
Saint Barthélemy é transformada em COM pela lei orgânica, em 21 de fevereiro de 2007 sob o nome de " Collectivité de Saint Barthélemy ".

Seguindo pela rue Victor Schoelcher, 3ª rua à esquerda, (rue des Marins) você verá o " Le petit Collectionneur " apaixonado por sua ilha, ele abre as portas de seu museu. Seguindo o caminho da partida, antes de chegar até as escadas do Fort Karl, à sua direita, você verá a CITERNE D'EAU
A CITERNE D’EAU :
Esta ruína é um antigo reservatório de água típico da época sueca. A água potável tem sido sempre uma grande preocupação em Saint Barthélemy. A chuva, quase que diariamente e que chega por tempestades violentas chamadas de grãos, se evapora rapidamente ao sol. Em Saint Barthélemy se aprende, há muito tempo, a utilizar telhados para coletar a água da chuva e armazená-la em tanques feitos de pedras. Hoje, os moradores de Saint Barthélemy são abastecidos principalmente com água potável através de uma usina de dessalinização, localizada na zona industrial de Public e que produz água doce a partir da água do mar, usando a energia produzida pela incineração do lixo.

O FORT KARL :
Aqui nós estamos nas ruínas do Fort Karl, o forte leva o nome do rei Gustaf III, o Duc Karl. Esta bateria de defesa nunca foi tão impressionante.
No início, o armamento consistia apenas em duas armas com uma carga de quatro quilos de pó.
Uma pequena cabana foi construída quando a milícia da cidade tomou a guarda em 1809, mas rapidamente desapareceu. Em 1844, foi reportado que não havia mais estrutura para a bandeira e nenhuma outra construção.
Resta nos hoje apenas algumas pedras de uma fábrica de pólvora, bem como locais pavimentados.

Deixando o local, vire a direita e depois a direita novamente, no final da rua, chegará a praia, se você virar à esquerda, estará na rua DA IGREJA CATÓLICA:
" Notre Dame de L'Assomption ", depois de cinco anos de construção, foi concluída em 1829. O estilo é da influência espanhola que é incomum para um edifício religioso nas Antilhas Francesas. Graças a uma restauração bastante cuidadosa, em 2006, a igreja recuperou sua beleza original. Do outro lado da rua foi contruído, em homenagem a irmã Armelle, falecida em 1947, uma capela funerária e uma cúpula para a Sacré-cœur, em homenagem aos marinheiros de Saint-Barthélemy. Na ladeira atrás da igreja, encontra-se a casa paroquial e a torre, construída a parte, na colina, para evitar danos à igreja em caso de queda dos sinos durante uma tempestade, mas também para que elas sejam ouvidas por toda a cidade.

Saindo da igreja, em frente a rua, pegue as escadas que levam até a torre..
O CLOCHER SUEDOIS :
Como muitas outras construções de Gustavia, a torre foi seriamente danificada pelo ciclone de 2 de agosto de 1837, mas foi rapidamente restaurada. O sino era usado para chamar os fiéis para o culto religioso, o que era feito anteriormente pelos tambores da guarnição. Durante a sua restauração, em 1931, a torre foi equipada com um relógio voltado para a cidade.
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Como extensão da torre, continue a subir, você encontrará à sua direita
A SUB-PREFEITUREA:
No início dos anos 1800, iniciou a construção deste resistente edifício em pedra que deveria ser a primeira escola da ilha, mas que seria usada somente como um local para reuniões, festas e galas.
Em 1819 ela se tornou um presídio local. Serviu como escola e cantina da escola para curtos períodos durante o século 20.
Desde 1975 ela abriga os serviços da prefeitura, sede do Estado Francês em Saint Barthélemy.

Descendo a rue Lubin Brin, vire a direita e depois a esquerda, à sua direita está o :
PRESBYTERE SUEDOIS (restaurante Vietnam)
casa construída em torno de 1790, o primeiro padre sueco de Saint Barthélemy. Ele viveu lá por um ano e foi substituído por outro. Após a morte do Padre Thorell, por um longo tempo não houve nenhum substituto. A casa foi alugada para várias pessoas, dentre os quais, o médico e geômetra Samuel Fahlberg que viveu lá até 1803. Depois de ter sido danificado pelo ciclone de 21 de setembro de 1819, o presbitério foi restaurado e usado separdadamente como escola para meninas e meninos. Esta escola foi reservada para as crianças "de boa família". O antigo presbitério sueco é hoje um dos mais antigos restaurantes da ilha.
Na mesma rua, mais distante, à direita, está a,
MAISON DU MAJOR DE LA VILLE (a tesouria)
casa típica do comércio da década de 1780, foi reconstruída em 2006. Originalmente destinada ao major da cidade, responsável da guarnição e da polícia. A casa sofreu danos consideráveis durante um ciclone em 1837, mas foi restaurada e serviu temporariamente como prédio administrativo, em seguida como gabinete do governador.
Foi nesta casa que, em 16 de março de 1878, o ato de cessão de direitos de St Barth à França, foi assinado. Ela serviu também como escola, tribunal e posto de bombeiros durante o século 20.

Em frente encontraremos a MAISON DU JUGE ( casa de Justiça):a casa, em frente a Maison du Major de la ville foi construída por volta de 1786, pelo juiz da ilha. Em 1805, a Companhia Sueca das Índias Ocidentais cede a casa para o governador da Suécia. Em 1833, o cargo de juiz foi extinto e a casa começou a se deteriorar. Ela foi restaurada e se tornou a residência do governador. Mais tarde ela foi vendida em leilão ao mestre do porto, que a vendeu para o governador francês quando a ilha tornou-se francesa, em 1878.

Ainda na mesma rua, mais adiante está:
A MAISON DU GOUVERNEUR também ANTIGA PREFEITURA:
A casa pertence à Companhia Sueca das Índias Ocidentais, ela foi construída como escritório aduaneiro. Quando os privilégios da Companhia encerraram em 1805, a Coroa Sueca transforma a casa em escritório e arquivos locais. Em 1862 foi transformada e o governador Carl Ulrich se mudou para lá. Quando Saint Barthélemy foi devolvida a França, esta casa tornou-se propriedade do Estado Francês. Até 2001, era a Prefeitura, mas foi abandonada em favor de um novo edifício junto a Wall House, do outro lado do porto. Esta casa está listada no inventário dos monumentos históricos e certamente será restaurada , e se tornará uma " maison culturelle suédoise " (casa cultural sueca).

Continue seguindo a rua Agust Nyman.
até o farol. Atrás se encontra o local do Fort Gustav
FORT GUSTAV :
foi o forte mais importante de Gustavia durante o período sueco. Ele foi construído sobre as ruínas de uma fortaleza levantada pelos franceses no final do século 17. Havia um quartel e outras construções, tais como um posto de guarda em pedra para 12 homens e uma cabana de madeira.
No fim do período sueco a bateria entra em ruína e o Forte Gustaf permanece , até os dias atuais, com uma parte da guarda e os tanques de cimento atrás da estação meteorológica. Os canhões em fibra de vidro nos lembram a época onde Gustavia era uma cidade fortificada.
Em 2004, a estação meteorológica foi renomeada " Espace Météo Caraïbe ", oferecendo um espaço do museu meteorológico .

Seguindo a estrada você poderá chegar a Saint Jean. Na rotatória, você pode visualizar o :
* ARAWACK * Símbolo da "alma de St. Barth" este guerreiro armado com uma lança na mão direita, protege o seu rochedo. Com a concha, ele dá o grito da natureza.
A seus pés, um pelicano, símbolo da ilha, evoca o ar e a sobrevivência pela pesca. A iguana simboliza a terra, bem como, a sabedoria e a paciência que precisamos.
Todos os três se destacam sobre um simples rochedo, que se vê desde o céu, na forma de Saint Barthélemy.
TTextos - Fonte: Jenny Stenning ** Foto submetida as leis de copyright, favor nos contatar.
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Gustavia
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